Tudo começa com uma conversa.
Você não precisa chegar com uma ideia pronta. Primeiro, eu escuto o momento que você está vivendo e o que deseja marcar.
Cada tatuagem nasce de um campo maior: presença, escuta, intuição, memória e travessia.
Eu sou Ana Terra, tatuadora ritualística, e vivo em Caraíva, no extremo sul da Bahia. Minha forma de trabalhar nasceu da vontade de transformar a tatuagem em um encontro mais profundo, onde escuta, intuição, simbolismo e presença caminham junto com o desenho.
Cada pessoa chega com uma história diferente. Eu gosto de começar por aquilo que está vivo naquele momento, uma mudança, uma memória, um recomeço ou uma sensação. A partir dessa troca, construo um desenho autoral que respeita o corpo, o tempo e a experiência de quem escolhe levar esse símbolo na pele.
Continue rolando. Se preferir, deslize os cards para o lado.
Você não precisa chegar com uma ideia pronta. Primeiro, eu escuto o momento que você está vivendo e o que deseja marcar.
Não uso o baralho para escolher sua tatuagem ou prever o futuro. Ele entra como uma ferramenta de leitura e compreensão.
Reiki, aromas e respiração ajudam a desacelerar, criar presença e tornar o encontro mais acolhedor.
O handpan acompanha parte da experiência e cria uma atmosfera de presença antes do desenho chegar à pele.
A partir do encontro, eu desenho de forma autoral. O símbolo nasce da história, mas precisa funcionar no corpo.
A tatuagem materializa o processo. O ritual termina, mas o desenho passa a acompanhar a sua história.
Continue rolando. Se preferir, deslize os cards para o lado.

Você não precisa chegar com uma ideia pronta. Primeiro, eu escuto o momento que você está vivendo e o que deseja marcar.

Não uso o baralho para escolher sua tatuagem ou prever o futuro. Ele entra como ferramenta de leitura e compreensão.

Reiki, aromas e respiração ajudam a desacelerar, criar presença e tornar o encontro mais acolhedor.

O handpan acompanha parte da experiência e cria uma atmosfera de presença antes do desenho chegar à pele.

A partir do encontro, eu desenho de forma autoral. O símbolo nasce da história, mas precisa funcionar no corpo.

A tatuagem materializa o processo. O ritual termina, mas o desenho passa a acompanhar a sua história.
“Eu não uso as cartas para decidir a tatuagem.
Ana Terra
Eu uso as cartas para compreender a pessoa.
Cada trabalho carrega um encontro entre desenho, corpo e presença. Aqui, algumas dessas histórias continuam reverberando.
Caraíva não é apenas o endereço do estúdio. É parte do ritmo, da matéria, da luz e da atmosfera que atravessam o trabalho da Ana.
Conte o que está em movimento dentro de você.
Converse com Ana e encontre uma data possível em Caraíva.
Viva o ritual, a criação e o encontro com o desenho.
Não. O processo pode começar por uma história, um momento, uma intenção ou uma sensação. O desenho pode nascer ao longo da conversa e do ritual.
Não. A leitura é usada como ferramenta de compreensão do momento presente e de aprofundamento da escuta.
A proposta da Ana é conduzir uma experiência sensível de escuta e criação. Alguns detalhes podem variar conforme o encontro, o tempo disponível e a intenção do momento.
O primeiro passo é entrar em contato pelo formulário ou pelo WhatsApp. O site não vende nem reserva automaticamente uma tatuagem porque a construção é pessoal.
Não. O processo pode começar por uma história, um momento, uma intenção ou uma sensação. O desenho pode nascer ao longo da conversa e do ritual.
Não. A leitura é usada como ferramenta de compreensão do momento presente e de aprofundamento da escuta.
A proposta da Ana é conduzir uma experiência sensível de escuta e criação. Alguns detalhes podem variar conforme o encontro, o tempo disponível e a intenção do momento.
O primeiro passo é entrar em contato pelo formulário ou pelo WhatsApp. O site não vende nem reserva automaticamente uma tatuagem porque a construção é pessoal.
O primeiro passo não é escolher uma tatuagem. É contar um pouco sobre o que está em movimento e abrir uma conversa com a Ana.